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 Crédito: Associação dos Citricultores e Produtores Rurais de Tanguá (ACIPTA).
ASN Nacional 26/07/22 às 11:55 Atualização 26/07/22 às 12:36
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Região de Tanguá conquista o selo de Denominação de Origem e é a 100ª IG reconhecida no país

Por Da Redação
ASN Nacional 26/07/22 às 11:55 Atualização 26/07/22 às 12:36
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Os agricultores da Região de Tanguá (RJ) conquistaram, nesta terça-feira (26), o selo de Denominação de Origem para as laranjas produzidas nos municípios de Itaboraí, Tanguá, Rio Bonito e Araruama. O reconhecimento concedido pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) é um registro que atesta a origem do produto e indica uma qualidade diferenciada, o que agrega valor ao alimento e o torna especial no mercado. Com essa nova IG, o Brasil alcança a marca de 100 Indicações Geográficas reconhecidas, entre regiões e produtos nacionais e estrangeiros.

Segundo os produtores, o grande diferencial da laranja de Tanguá é a sua doçura. As laranjas consideradas doces têm de 10 a 12 brix (índice usado para aferir a doçura de frutas). Já as da Região de Tanguá têm de 14 a 16 brix. A laranja é a primeira fruta produzida no Rio de Janeiro a obter o registro da IG. Até então, o único produto do agronegócio reconhecido pelo INPI era a cachaça de Paraty. O solo, o relevo íngreme e o calor que predomina na maior parte do ano estão entre as principais características que contribuem para as qualidades da fruta produzida na região.

O Sebrae tem atuado nas últimas décadas para o reconhecimento de novas IGs no país por meio do apoio aos produtores, gestores públicos, comunidades e consumidores. “Ainda há um grande desconhecimento do consumidor final e do comércio em geral no Brasil sobre os conceitos de diferenciação e exclusividade que estão por trás das Indicações Geográficas. Queremos que mais produtores alcancem esse nível de reconhecimento e que o mercado saiba valorizar as qualidades únicas que são asseguradas com o trabalho realizado junto às IGs”, comenta a analista de inovação do Sebrae, Hulda Giesbrecht.

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