Empreendedorismo

Seminário discute o futuro do empreendedorismo no Brasil

Diretora técnica do Sebrae, Heloisa Menezes, participou do evento promovido pela Folha de S. Paulo

A diretora técnica do Sebrae, Heloisa Menezes, participou nesta sexta-feira (30) da 1ª edição do seminário “O Futuro do Emprego e o Emprego do Futuro”, realizado pelo jornal Folha de S.Paulo na capital paulista. O painel sobre o futuro do empreendedorismo no Brasil também contou com a participação de Gilberto Sarfati, professor da FGV-Eaesp e pesquisador do Centro de Empreendedorismo e Novos Negócios da instituição, e da empresária Nana Lima, cofundadora do Think Eva.
 
No evento foram debatidas questões sobre o crescimento do empreendedorismo por necessidade no país, a dificuldade do acesso ao crédito, formação empreendedora, empreendedorismo feminino e o progresso da tecnologia e inovação. “O Sebrae trabalha fortemente na educação empreendedora, pois acreditamos que podemos transformar a vida das pessoas e a vida do país por meio do empreendedorismo.  A nossa atuação não serve apenas para o mundo da empresa, mas também para o mundo do trabalho”, explicou Heloisa Menezes.
 
O professor da FGV abordou os diferentes tipos de empreendedorismo, oportunidade, por necessidade e os de alto impacto, como as startups. Sarfati também ressaltou que negócios criados por necessidade tendem a ter uma vida útil menor, uma vez que grande parte desses empreendedores não possuem qualificação adequada. Por isso, segundo ele, a importância das iniciativas como as do Sebrae, que trabalha a formação e o desenvolvimento do empreendedor de pequenos negócios.
 
Já Nana Lima, que trabalha diretamente com o empreendedorismo feminino por meio da Think Eva, destacou questões importantes desse nicho, como as barreiras que as mulheres empreendedoras possuem para ter acesso a crédito e serem incluídas nas pautas financeiras.
 
Heloisa Menezes complementou sua fala sobre as perspectivas da economia digital no Brasil: “Acredito profundamente na necessidade de ter um Brasil mais digital. Precisamos que haja um conjunto de ações governamentais e regulatórias de apoio a esse tipo de empreendedorismo”.